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João Linno / @JLinno
O que se espera quando Morgan Freeman, Helen Mirren, John Malkovich e Bruce Willis estão juntos em cena num novo filme? Tá certo que a história não é algo muito inovador, sobre um grupo de ex-agentes da CIA que volta a se encontrar depois de anos vivendo tranqüilamente, mesmo assim o time de estrelas da melhor melhor-idade mostra que estão aposentados, mas não mortos.
RED, sigla em inglês para a expressão Retired Extremaly Dangerous ("aposentados extremamente perigosos", dai o subtítulo em português), foi o nome que se deu a esse grupo composto por ex-agentes que estiveram presentes em algumas missões ultra-secretas dentro e fora dos Estados Unidos, e cedo ou tarde seriam procurados e eliminados por "saberem demais".
Na trama temos o agente Frank Moses (Bruce Willis), que no auge da sua vida insossa como aposentado, torna-se alvo de uma operação de "queima de arquivo" e se vê obrigado a recorrer aos velhos (literalmente) companheiros da CIA para entender o que está acontecendo. Descobre-se então que durante uma ocupação norte-americana na Guatemala em 1961, onde os agentes RED estavam presentes, houve um episódio envolvendo um chefe de estado que poderia abalar as estruturas do atual governo americano.
Em sua caçada aos responsáveis pela tentativa do seu assassinato, Moses conta com a ajuda da elite dos aposentados da CIA composta pelo experiente Joe Matheson (Morgan Freeman), o muito louco Marvin Boggs (John Malkovich) e Victoria (Helen Mirren), a artista com um rifle nas mãos. RED pode parecer apenas uma desculpa para reunir essa turma novamente no cinema, mas apesar dos inúmeros clichês existentes na trama, é um filme bem divertido. A atuação insana de Malkovich, uma participação pra lá de especial de Brian Cox vivendo um canastrão apaixonado e a Mary Louise Parker como par romântico de Bruce Willis, também são responsáveis em dar um toque especial ao filme.






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