Resident Evil 4 - Recomeço

Resident Evil, uma das franquias de maior sucesso nos video-games chega a sua quarta adaptação para as telas de cinema. Na história, Alice segue em busca de sobreviventes num mundo devastado por uma infecção viral, além de buscar vingança contra os membros da corporação Umbrella. Esse quarto episódio da franquia é perfeito para quem prefere uma atmosfera menos sobria, poucos sustos mas muita porrada e pirotecnia. O filme deixa a desejar na ausência de mortos-vivos em cena (tá bom, tem um monte deles lá, mas poucas cenas de luta direta contra eles).
Outro ponto que merece destaque é o excesso de câmera lenta durante as cenas de luta que chega a ser irritante, como se o diretor ligasse o bullet time (bem ao estilo Max Payne) e falasse ao espectador: olhe... admire o 3D e esqueça o roteiro clichê... Em compensação, A projeção em 3D, elemento que muitos se queixam a cada lançamento de blockbuster, está impecável graças a tecnologia by James Cameron. Ao contrário de alguns filmes que utilizam o recurso 3D de forma desastrosa, Resident Evil foi totalmente projetado e filmado para valorizar (supervalorizar, eu diria) a profundidade das imagens em cena, com elementos em primeiro, segundo, terceiro e até quarto plano muito bem definidos (e não me deixou com dor de cabeça, só por isso já tá valendo).
Não é um filme excelente, mas chega a ser mais eficiente do que os outros três previamente lançados, muito mais pelo visual do que pela história e também por conseguir agregar mais valor com o 3D. Têm uma boa dinâmica, mas focou muito na ação dos protagonistas e nas cenas de luta e esqueceu da atmosfera de terror que é bem presente nos primeiros games e filmes da franquia.

James Cameron - O homem mais influente no cinema britânico

Críticos do Guardian Film Power 100 escolheram James Cameron, diretor dos dois filmes de maior bilheteria de todos os tempos, como a pessoa de maior poder sobre a indústria cinematográfica britânica. Cameron, diretor de Avatar e Titanic que tiveram um total de US$ 4.61bi na bilheteria, levou o primeiro lugar na frente do diretor Steven Spielberg e do ator Leonardo DiCaprio, que substituiu Tom Cruise como o "queridinho" para filmes de grande orçamento.
O britânico mais bem colocado na lista é Christopher Nolan, diretor de Batman - O Cavaleiro das Trevas, ocupando a sexta posição, enquanto ministro da Cultura, Ed Vaizey ficou em décimo, por causa das 30 milhões de libras que ele tem para distribuir em torno da indústria cinematográfica britânica após a decisão de fechar a UK Film Conselho. O ator britânico melhor colocado é Sacha Baron Cohen, na vigésima sexta posição, protagonista das comédias audacionas Borat e Bruno.
Angelina Jolie, na décima oitava posição, foi a mulher mais bem colocada. O seu marido Brad Pitt ficou em quinto, embora ele deva a sua influência tanto pelo seu relacionamento com Jolie como pelo seu poder de estrela própria. O terceiro homem mais influente no top 10 foi George Clooney, no n º 9, em reconhecimento ao fato de que a lealdade de seus fãs garante o sucesso de qualquer filme em que ele protagoniza. Kate Winslet foi a 29ª, sua estrela ainda brilha apesar de não ter aparecido em nenhum filme desde 2008.
Figuras de Hollywood dominam o topo da lista, embora a crescente influência da TV dos EUA sobre cineastas é mostrado pela presença dos criadores de Lost (JJ Abrams) e The West Wing (Aaron Sorkin) com os 13º e 21º lugar, respectivamente. Abrams e Sorkin fizeram movimentos de sucesso em filmes nos últimos anos, Sorkin como o escritor do filme de buzz deste verão A Rede Social, Abrams como diretor de Star Trek e Missão Impossível III.
A influência do Channel 4 e BBC sobre a indústria cinematográfica do Reino Unido são também reconhecidos com Tessa Ross, controlador de cinema e teatro no Channel 4, no n º 33, e Christine Langan, diretor criativo da BBC Films, com o 36º lugar. Ross estava por trás do Slumdog Millionaire vencedor do Oscar em 2008, enquanto Langan acumula uma fortuna de 12 milhões de libras.
TOP 10
1) James Cameron
2) Steven Spielberg
3) Leonardo DiCaprio
4) John Lasseter
5) Brad Pitt
6) Christopher Nolan
7) Scott Rudin
8) Quentin Tarantino
9) George Clooney
10) Ed Vaizey
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Fonte: Guardian.co.uk

3D - A nova moda do cinema

A projeção de filmes em três dimensões, antes pouco utilizada em produções cinematográficas por falta de tecnologia, definitivamente conquistou o seu espaço entre os amantes da sétima arte na atualidade. Assim como aconteceu na década de 50, quando os aparelhos de televisão invadiram os lares americanos afastando cada vez mais o público das salas de cinema, hoje com os aparelhos de DVD, a internet, o Blue-ray e TV's cada vez mais modernas ocorre o mesmo fenômeno. Como se não bastasse os orçamentos milionários dos estúdios de cinema, agora eles tem que se preocupar com mais esse atrativo para alavancar a audiência e bilheteria de suas produções.

Como foi o EDTED 2010 em Salvador

ATENÇÃO: No final da postagem estão os materiais apresentados no evento.
O EDTED (Encontro de design e tecnologia digital) chegou a sua 15º edição esse ano. O evento está na lista de encontros mais importantes sobre internet, tecnologia e comunicação do Brasil, e tem em seu roteiro 10 cidades até o final de 2010. Hoje, a capital baiana foi a sétima cidade a receber o EDTED e nossa equipe teve a oportunidade de acompanhar o que aconteceu de mais interessante no evento que contou com várias figuras respeitadas da área de marketing e tecnologia.
Na palestra Os Assassinos de Mídias X Classe C e E-commerce, o Jonatas Abbott (Dinamize) apresentou vários exemplos de como algumas pessoas afirmam de forma equivocada que determinada mídia está "morrendo" por causa da chegada de uma outra. Será que a TV, o rádio, o jornal impresso e outras mídias tradicionais estão realmente ameaçados com o avanço tecnológico, ou esse avanço contribui para uma convergência entre mídias, o que as fortaleceria ainda mais?
Jonatas Abott e os Assassinos de Mídias - 15º EDTED Salvador
A Martha Gabriel (consultora de marketing digital e mídias sociais) realizou duas palestras. Na primeira palestra entitulada Mobile Tagging & Realidades Mistas ela falou sobre as possibilidades de aplicação eficiente da Realidade Aumentada em diferentes áreas como o marketing e a educação. Na sua segunda palestra sobre aplicação de Cores na Web, Martha apresentou diversas ferramentas úteis para ajudar na harmonização entre cores em interfaces digitais, além de um estudo de comportamento do usuário em relação a página apresentada.
Martha Gabriel - Digital Marketing & Social Media consultant
Laert Yamazaki (Malagueta Interativa) despertou os profissionais da área de design para a necessidade de conhecer cultura de maneira abrangente para obter mais eficiência em seus trabalhos. O mercado precisa de profissionais diferenciados que não somente conheçam a parte técnica do processo, mas que também saibam estudar e planejar de acordo com um acervo cultural aprofundado. Também falou muito sobre Luciana da novela e seus sonhos (piada interna).
Equipe @Expomark3 e Gustavo Guanabara antes da primeira palestra
Gustavo Guanabara também esteve a frente de duas palestras. Na primeira participação, Guanabara mostrou sua percepção para o termo SMO (Optimização nas mídias sociais) que segundo ele está muito mais associado a otimização de conteúdo para o leitor do que o uso de ferramentas de SMO, ou seja: Content for Readers Enhanced Optimization (ou CREO para os mais íntimos). Na oficina sobre Podcasts, Guanabara apresentou a importância dessa mídia que no Brasil ainda é vista como novidade, suas vantagens e aplicações práticas em diversas áreas. A palestra contou com a participação de Eduardo Sales (Papo de gordo), que contou um pouco da sua experiência em gravar PodCasts assim como as ferramentas que utiliza para edição e gravação dos programas.
Parabéns a @Arteccom, aos palestrantes, organização e participantes pelo ótimo evento e até 2011, valeu!
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MATÉRIAS DO EDTED 2010
("Os Assassinos de Mídias X Classe C e E-commerce" - Jonatas Abbott)
SLIDES DO EDTED 2010
Cores na Web (Martha Gabriel)
CREO (Gustavo Guanabara)
Oficina de PodCast (Gustavo Guanabara)
TWITTER DOS PALESTRANTES DO EDTED 2010

Os games mais assustadores [parte 2]

Estamos de volta com a segunda parte da lista de games assutadores que iniciamos na última semana. Com base nos comentários que tivemos na primeira parte da lista, tentamos não deixar nenhum game citado de fora dessa (inclusive o elemento surpresa no final do post). Então mais uma vez, apague a luz e jogue:
F.E.A.R
Um dos poucos jogos que é unanimidade entre os gamers. A história é baseada na experiência de um novato na equipe de elite F.E.A.R. (First Encounter Assault Recon), um grupo de assalto especializado em missões que envolvam problemas sobrenaturais. Tensão, tiros e sustos. Bom pra quem gosta.
Fatal Frame II: Crimson Butterfly
Em vez de colocar criaturas monstruosas no seu caminho, como a maioria dos games, “Frame II” te coloca para lutar com fantasmas, tendo como arma uma câmera com a habilidade de escravizar os espíritos maus para os quais você apontar as lentes.
Left 4 Dead
Corra que os zumbis vem aí! O objetivo do game é escapar de uma cidade completamente tomada por criaturas infectadas por um misterioso vírus que se transformam em verdadeiras máquinas de matar. O enredo lembra muito filmes como "Vírus" e o recente "A Epidemia", onde apenas um pequeno grupo de pessoas não é infectado e tenta sobreviver a qualquer custo.
Doom 3
Se você ignorar os defeitos do jogo é possível tomar vários sustos com essa sequência da famosa série de tiro em primeira pessoa. “Doom 3” possui batalhas memoráveis e os gráficos ainda se saem bem, mesmo alguns anos depois de seu controverso lançamento em 2004.
Evil Dead: Regeneration
Apesar dos primeiros jogos baseados na série de Sam Raimi não serem muito bons, “Regenaration” conseguiu capturar o incrível espírito pastelão dos filmes, além de trazer as marcas registradas do protagonista Ash: sua escopeta e sua “mão de motoserra”.
Manhunt
O título grotescamente violento da Rockstar pode não ser o jogo mais sadio do mundo, mas é uma perfeita versão para os games de filmes como “Jogos Mortais” e “O Albergue”. Só não se pode levar muito a sério a trama.
BioShock
O roteiro é o elemento mais assustador desse jogo, que mostra como uma utopia perfeita (Rapture) pode literalmente se transformar num inferno com nada mais do que a cobiça do homem. E em 2012 deve ser lançado o aguardado “BioShock Infinite”.
Eternal Darkness: Sanity's Requiem
O medidor de sanidade fez do 1º jogo da série um clássico para GameCube. Nesta sequência, as coisas ficam ainda mais estranhas. Muitas vezes não há como saber se o jogo está tentando brincar com você ou se o que você vê são alucinações do personagem.
Dead Rising
“Dead Rising” obviamente copiou o clássico “Madrugada dos Mortos”, de George Romero, mas quem se importa? Com mais de 200 armas disponíveis, o game permite que o jogador saia matando zumbis por um shopping enorme, assim como no filme.
The Suffering
Esse título da Midway é uma resposta mais má e repugnante a jogos como “Resident Evil” e “Silent Hill”. Sua jogabilidade não é tão refinada como a dos jogos mencionados, mas sua história continua sendo uma das mais sombrias do mundo dos games. Ganhou uma sequência.
Atendendo a pedidos... (um pedido só, na verdade)
Resident Evil 4
Sendo sincero, não considero esse título como jogo de terror. Algumas situações do jogo podem causar tensão, mas não chega a ser assustador como os outros jogos citados anteriormente. Pórém, a franquia Resident Evil tem uma importância enorme para os jogos de tiro em primeira pessoa ao agregar um roteiro criativo a uma jogabilidade bem interessante, além de ter transposto o sucesso dos games também para o cinema.
Confira a parte 1 dessa lista clicando AQUI.
Obrigado pela visita e até a próxima!
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Fonte: PORTAL PC WORLD (http://pcworld.uol.com.br/)

KillBill - O som vibrante da vingança

A primeira vista KillBill me pareceu mais um daqueles filmes que mostram uma mulher bonita bancando a heroína bem ao estilo Angelina Jolie e Milla Jovovich. A expêriencia negativa com essas e outras personagens de filmes de ação gerou em mim (e tenho certeza que em muita gente) uma certa resistência. Como aquela loira bonita no poster segurando uma espada samurai poderia matar quem quer que seja sem parecer uma galhofa? Simples, coloca o Quentin Tarantino para dirigir o filme. O homem que tranformou Uma Thurman numa assassina miserável.
Alguém com sede de vingança não tem escrúpulos quando o assunto é aniquilar seus inimigos, é o que acontece com a figura central desse filme. Os incríveis duelos de KillBill são de deixar qualquer espectador preso na cadeira, pois a violência extrema, típica de outros filmes de Tarantino como Cães de Aluguel e Pulp Fiction, também está presente na trama. O diretor não costuma economizar na quantidade de sangue e corpos mutilados em seus filmes, talvez por isso muitos críticos o consideram muito exagerado para os padrões hollywoodianos até mesmo para filmes de ação com mortes. Em KillBil ele consegue desdramatizar muito bem essa violência com técnicas interessantes que vão desde a utilização de anime em um dos flasbacks à sequências em preto e branco para disfarçar a quantidade excessiva de sangue.
O que faz de Tarantino um dos meus diretores preferidos é a sua coragem (que muitos interpretam como irresponsabilidade). Aplicando planos inusitados de câmera, invertendo totalmente a ordem cronológica da história, mostrando explicitamente mutilação de corpos sem cortar a cena pra outro local, Tarantino criou um estilo bem peculiar de narrativa que faz de KillBill um dos seus melhores trabalhos no cinema.

Os games mais assustadores [parte 1]

O gênero horror vem conquistado espaço entre os viciados em games no mundo inteiro.O grande sucesso se deve, em grande parte pelos inúmeros lançamentos, remakes e adaptações de obras cinematográficas, afinal as duas mídias estão muito interligadas. Segundo Kane Hodder (ator por trás da máscara do ícone do terror no cinema Jason), "Toda vez que um filme de terror vai bem, Hollywood lança mais deles e as pessoas acabam se cansando, mas com os games há menos opções no gênero e elas tendem a ser melhor espaçadas” e é verdade. Por isso trazemos aqui a primeira parte da lista de games que são considerados indispensáveis pra quem curte bons sustos, terror e adrenalina no controle. Apague a luz e jogue:
Condemned 2: Bloodshot
Quando uma série de games é tão repulsiva que é banida de um país, você sabe que há potencial para uma grande quantidade de sangue. E essa sequência consegue levar o elemento terror muito além do jogo original.
Siren: Blood Curse
A história é centrada em uma equipe de TV investigando uma vila desaparecida no Japão. Com mais de 50 armas o jogo, disponível apenas na rede PlayStation Network, possui várias maneiras diferentes para eliminar os horrores que o jogador encontra pelo caminho.
D
Um dos jogos mais assustadores da era do PlayStation e Sega Saturn, o enigmático “D” não fez muito sucesso nos EUA pois a versão americana era censurada. O jogo tinha cenas legais, vários finais e uma atmosfera perturbadora, além de ter ganho uma boa sequência: “D2”.
Clive Barker's Jericho
Mesmo não sendo um jogo perfeito, esse é um dos títulos mais repulsivos da história dos games. Tudo no jogo é o tipo de coisa que só poderia sair da mente doentia de Clive Barker, mais conhecidos por seus livros e pelo filme “Hellraiser”.
The Thing
Mais um jogo baseado em um filme clássico de terror, dessa vez no cultuado título de John Carpenter. Os gráficos não são grande coisa, mas a jogabilidade está cheia de boas ideias e momentos assustadores. É um clássico menor e um game essencial para os fãs de terror.
Call of Cthulhu: Dark Corners of Earth
Um dos mais contemplados jogos de terror, “Call of Cthulhu” possui um ritmo mais lento do que outros títulos do gênero, compensado pela atmosfera surreal e aterrorizante que cerca os jogadores.
Resident Evil 2
O primeiro jogo da série ajudou a colocar a Capcom como mestre do gênero, mas foi essa sequência espetacularmente demoníaca que solidificou a reputação da empresa no topo da era PlayStation. Além de ser assustador, o jogo possui um roteiro muito bom (e complexo).
Dead Space
Uma abundância de opções de upgrade – você pode guardar dinheiro para comprar armas e trajes espaciais melhores – e violência horrenda fazem de “Dead Space” o primeiro game a alcançar, e possivelmente exceder, o brilhantismo de “Resident Evil 4”.
House of the Dead 4
Destruir hordas de zumbis é uma ótima forma de se passar o tempo, certo? E “House 4” traz muitos recursos legais para isso, como rotas diferentes no jogo e um controle de arma com sensor de movimento que te obriga a balançar o braço para se livrar de zumbis que te pegaram.
Silent Hill 2
Desde a neblina constante que obscurece a visão até os deformados habitantes dessa cidade decadente, as imagens horríveis contribuem para um cenário que assusta os gamers mesmo depois que o console é desligado. “SH2” consegue ser ainda mais enervante do que o original.
* E você, já jogou algum desses títulos ou outro mais assustador? Deixe seu recado que em breve traremos a segunda parte da lista. Valeu!
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Fonte: PORTAL PC WORLD (http://pcworld.uol.com.br/)

[Perfil] Clint Eastwood

É ímpossível começar a falar de grandes nomes da sétima arte, sem mencionar um dos mais competentes diretores de cinema e um ator que marcou época com seus personagens fortes e temidos. Muito antes do cinema dos anos 70/80 ser invadido por uma onda de "filmes testosterona" graças a nomes conhecidos do grande público como Stallone, Schwarzeneger e Bruce Willis, Eastwood já trazia em seus papéis a personalidade do homem que resolve tudo sozinho, o famoso "exército de um homem só" ou simplesmente brucutu.
Na juventude, Eastwood frequentou a escola de maneira irregular graças às mudanças de emprego de seu  pai e teve uma série de trabalhos braçais antes de entrar para os serviços especiais do exército em 1950. Sua carreira como ator começou em 1959 no seriado Rawhide, onde interpretava o personagem Rowdy Yates. A partir daí, Eastwood deu sequência a uma longa e bem sucedida carreira no cinema com os filmes Perseguidor Implacável (1971), onde interpretava o policial truculento Dirty Harry, O Estranho que nós amamos na pele do sargento ianque ferido, atendido por jovens de uma escola sulista da Geórgia.
Desde essa época, Eastwood arriscava na direção de alguns filmes estrelados por ele. Os filmes Perversa Paixão (1971) e Fora da Lei (1976) deram início a sua carreira como diretor. Mas o melhor ainda estaria por vir, os anos 2000 podem ser considerados os anos de glória de Eastwood como diretor basta ver a lista de trabalhos realizados pelo mesmo: Dívida de Sangue (2002), Sobre Meninos e Lobos (2003), Menina de Ouro (2004) - ganhador do oscar de melhor filme nesse ano, A Conquista da Honra (2006), Cartas de Iwo Jima (2006), Gran Torino (2008), A Troca (2008), Invictus (2009) e Além da vida (2010).

Quincas Berro D'água

Jorge Leal Amado de Faria ou simplesmente Jorge Amado, um dos mais famosos escritores brasileiros de todos os tempos. A obra de Jorge Amado até hoje é referência quando se fala em cultura baiana. Seus personagens memoráveis foram os grandes responsáveis pela construção da imagem do povo baiano no imaginário dos seus admiradores, seja na obra escrita ou nas adaptações para a TV e o cinema.
Com o lançamento do filme "Quincas Berro D'Água", mais nova adaptação de Jorge Amado para o cinema, o escritor volta a ficar em evidência quase 9 anos depois de sua morte. Rei dos botecos, bordéis e gafieiras da Bahia, o ex-funcionário público Quincas Berro d’Água é encontrado morto em sua cama. Inconformados com sua morte, seus melhores amigos “roubam” o corpo e o levam para uma última noite regada a festa e muita bebida. Em meio a mil confusões, Quincas “vive” a sua segunda e definitiva morte, desta vez como sempre sonhou.
Sob a direção de Sérgio Machado e roteiro de Walter Sales, Quincas Berro D'Água ganha vida nas telonas com um elenco "global", destaque para Paulo José, Marieta Severo e Mariana Ximenes. Paulo José, mesmo fazendo papel de difunto, consegue dar um tom irônico com um risinho discreto o tempo todo durante o filme, em compensação Marieta Severo (esposa de Quincas) parece não estar tão a vontade no personagem. Enfim, Quincas Berro D'Água é uma obra bem divertida e é considerado por muitos o melhor livro de Jorge Amado. Com a adaptação para o cinema, a preocupação com a fidelidade ao livro torna o filme muito mais referencial ao pensamento de Jorge Amado que propriamente dos idealizadores do filme.

Zé Colméia - o filme

O parque Jellystone não seria o mesmo sem a presença da dupla de ursos mais famosa dos desenhos animados. Zé Colméia e Catatau fizeram muito sucesso desde a década de 60 até os anos 90 e sobrevive até hoje graças a algumas reprises.
Na onda de resgatar personagens animados antigos e trazê-los para o cinema, foi anunciado o filme do simpático urso Zé Colméia e seu fiel escudeiro Catatau. A história se passa no parque Jellystone que está prestes a fechar por estar dando prejuízo a cidade, induzindo o prefeito Brown a fechar o local e vender o terreno. A dupla de ursos então entra em ação, aliados ao antigo inimigo - o guarda Smith, para tentar salvar o parque e garantir que terão um lugar para continuar morando.
O filme conta com uma bela interação entre personagens reais e de computação gráfica e para variar também será lançado no formato 3D. No elenco do filme, destacam-se como personagens reais Anna Faris (Todo Mundo em Pânico), que interpretará uma documentarista desenvolvendo um trabalho no parque, Tom Cavanagh (Duas Semanas) como o guarda Smith e Andrew Daly (Jogo de Amor em Las Vegas) como o prefeito Brow. Os personagem Zé Colméia e Catatau serão dublados por Dan Aykroyd e Justin Timberlake respectivamente.
Produzido pela Warner Bros, o filme do Zé Colmeia deve estrear nos cinemas americanos em 17 de dezembro de 2010. No Brasil, a previsão de lançamento é fevereiro de 2011.
Veja o trailer de "Zé Colméia - o filme":