Charlie St. Cloud (Zac Efron) é um jovem que perdeu tragicamente o irmão mais novo, Sam, em um acidente de carro. Após o ocorrido, Charlie abandona seus sonhos de velejar pelo mundo e passa a trabalhar no cemitério local, onde desenvolve uma ligação espiritual com o irmão falecido. Todas as tardes, ao pôr do sol, ele reencontra Sam em um campo de beisebol nos fundos do cemitério, mantendo viva a promessa de nunca deixá-lo.
O filme, dirigido por Burr Steers e baseado no romance de Ben Sherwood, explora temas de luto, amor e recomeço. Zac Efron entrega uma atuação contida e sensível, deixando de lado o brilho adolescente de High School Musical para encarar um papel mais maduro. A química com Amanda Crew, que interpreta Tess – uma mergulhadora que se aproxima de Charlie – traz leveza à trama.
A Morte e Vida de Charlie (no original, Charlie St. Cloud) funciona bem como um drama familiar com toques sobrenaturais. Embora a narrativa não fuja de clichês do gênero, a direção de fotografia e a trilha sonora criam uma atmosfera melancólica que envolve o espectador. O desfecho, apesar de previsível, é emotivo e satisfatório.
No geral, o filme agrada a quem busca uma história emocionante sobre superação e laços que transcendem a morte. Recomendado para fãs de dramas românticos e cinematografia com apelo sentimental.
