[Meme] Um mês, 31 filmes


João Linno
twitter.com/jlinno

Oi pessoas! Alguns blogueiros criaram um meme de cinema bastante divertido e eu resolvi participar também (simples assim). São 31 categorias, e cada uma delas corresponde a um dia no mês. Veja:

Dia 1 - Filme da Minha Vida
Dia 2 - Melhor sequência inicial e melhor sequência final
Dia 3 - Sessão da tarde Inesquecível
Dia 4 - Melhor diretor
Dia 5 - Atriz e ator preferidos
Dia 6 - Com o coração na boca (melhor suspense/terror)
Dia 7 - Comédia-tonta-que-não-prejudica-os-neurônios
Dia 8 - Filme Cebola (mais triste de todos)
Dia 9 - Filme mais romântico
Dia 10 - Melhor filme de guerra
Dia 11 - Melhor drama
Dia 12 - Melhor Ano da História do Cinema
Dia 13 - Maior roubada cinematográfica
Dia 14 - Batendo Papo (melhor diálogo)
Dia 15 - Melhor Horizonte (Fotografia inesquecível)
Dia 16 - Melhor-Durão-Que-No-Fundo-É-Coração-Mole
Dia 17 - Brasileirão
Dia 18 - Melhor Animação
Dia 19 - O melhor Faroeste
Dia 20 - Melhor comédia romântica
Dia 21 - Preto no Branco (Melhor Noir)
Dia 22 - So you think you can dance (melhor musical)
Dia 23 - Melhor DR
Dia 24 - Melhor par romântico
Dia 25 - Meu Vilão Favorito nos Filmes
Dia 26 - Unha e Carne (Melhor Amizade)
Dia 27 - Porrada (melhor cena de violência)
Dia 28 - Quente e Úmido (melhor sequência de sexo)
Dia 29 - Saída pela Esquerda (melhor sequência de perseguição)
Dia 30 - Nunca mais (filme mais traumático)
Dia 31 - Minha Vida em 3 sequências

Não sou nenhum especialista em cinema e nem sei se vou dar conta de todos esses tópicos, mas resolvi encarar. Começando hoje com uma categoria bastante capciosa:


Dia 1 - Filme da Minha Vida

Vou ser sincero, demorei um bom tempo para aderir ao meme por causa desse tópico. Se ele estivesse lá pelo dia 8, 9, 25... beleza, mas iniciar logo com esse tópico é complicado... Se me perguntassem na rua “vem cá, qual é o filme da sua vida?” assim NA LATA, eu não saberia responder. É bem assim que me sinto agora (e perceba o quanto estou enrolando).

Minha primeira escolha é “Jurassic Park (1993)”, o filme que despertou meu interesse pelo cinema hollywoodiano, principalmente suspense e ficção científica. Que me levou a admirar grandes produções repletas de efeitos especiais e ritmo frenético. Tudo isso sem deixar de lado uma história envolvente e personagens bacanas.

Assisti o primeiro “Jurassic Park” em VHS e foi uma experiência assustadora e ao mesmo tempo emocionante. Lembro de ficar perguntando repetidamente se “aquilo tudo era de verdade mesmo” com os olhos grudados na TV da sala o tempo inteiro. É um daqueles filmes que gostaria de ter visto no cinema (eu acho que entraria em pânico, mas tudo bem).

Uma junção primorosa de computação gráfica e animatrônicos que foi um marco nos efeitos especiais da época, trilha sonora impecável do mestre John Williams (E.T, Star Wars, Tubarão), bom roteiro e Spielberg, né?... Enfim, gosto de tudo, TUDO MESMO, nesse filme. E que venha oJurassic Park 4pra eu finalmente ver essas criaturas na tela grande \o/



Ps’ Qual outro filme teve um tiranossauro indicado a prêmio de melhor vilão? rs...

Outros blogueiros do meme:

Deise Luz (Sete Faces)
Sandro Caldas (Vinil Digital)
Tina Lopes (Pergunte ao Pixel)
Luciana (Borboleta nos olhos)
Verônica (Will you do the fandango?)
AndreV (Lágrimas de Crocodilo)
Ludelfuego (Presbita e Emétrope)
Nicolau e Daniel (A Horda)

Casamento: Isso é coisa de cinema!


João Linno
twitter.com/jlinno

Você quis dizer: Game over

Ah, o casamento… Para o casal, um momento sublime. Para os amigos, parentes e penetras, a oportunidade perfeita de filar um rango, encher a cara, dançar músicas bregas e falar mal de tudo e todos depois da festa. Enfim… Já que essa semana o assunto no cinema foi o tão esperado casamento de Bella e Edwar.. Zzzzzz… (ops) Edward Cullen, o Cine Mosaico vai relembrar aqui algumas cenas memoráveis de casamentos em filmes:

A primeira noite de um homem (The Graduate) - 1967

Dependendo de como você olha para ela, a cena final de “A Primeira noite de um homem” é o melhor ou o pior casamento que se possa imaginar. Benjamin (Dustin Hoffman) interrompe uma cerimônia de casamento, bate em vários dos convidados, tranca a porta da igreja com uma cruz gigante só pra garantir e foge com a noiva (lembrando que no início do filme, ele dorme com a mãe dela). E assim a vida segue. Benjamin e Elaine (a noiva) em um ônibus e o expectador sem saber se o romance vai durar. Eles viverão felizes para sempre ou Elaine irá descer na próxima parada?

O Franco Atirador (The Deer Hunter) - 1978

Há três partes distintas neste épico de três horas, estrelado por Robert De Niro e Christopher Walken. Nós não vamos falar sobre as duas últimas - em torno da loucura da Guerra do Vietnã e seus efeitos psicológicos sobre os soldados dos EUA. Muito deprimente. Mas a primeira metade que é bastante edificante. Segue um grupo de trabalhadores da Pensilvânia, um dos quais vai se casar com sua namorada grávida. Após o casamento vem a recepção incrível. Cenas com poucos diálogos - apenas toneladas de bebidas, muita música e dança. No final, a noiva, sem saber, derrama uma gota de vinho em seu vestido de casamento, um presságio para a espiral dos personagens principais ao longo do filme.

O Pai da Noiva (Father of the Bride) - 1991

Steve Martin estrela esse remake de 1991. O filme é um dos mais emocionantes que envolve o tema casamento. Na cena final, Martin deixa as piadas de lado para refletir sobre o que é para um pai ver sua filha se casar. "Percebi naquele momento", Martin pensa consigo mesmo durante a cerimônia ", que eu nunca mais iria voltar para casa e ver Annie no topo da escada, que eu nunca iria vê-la novamente em nossa mesa do café da manhã em seu camisola e meias. De repente percebi o que estava acontecendo: era a Annie crescendo e nos deixando. Algo dentro começou a doer." – Muito bonito.

Kill Bill Vol. 2 - 2004

Na segunda parte da obra de Quentin Tarantino, vemos um flashback da noiva grávida (Uma Thurman) ensaiando para seu casamento. Seu ex-chefe Bill (David Carradine) vai ao seu encontro, antes que se ela case com outro. Eles têm uma conversa tensa e concisa no pórtico da igreja Texas antes que ela lhe apresente seu novo amante. A cena se transforma em um banho de sangue no qual a noiva e os convidados de seu casamento são atacados violentamente. A cena de abertura de Kill Bill: Vol. 1 mostra a noiva, após o ataque e pouco antes de Bill, não querendo deixá-la começar uma nova vida, atirar na cabeça dela.

Melancolia (Melancholia) - 2011 (Ver crítica aqui)

O filme de Lars von Trier sobre a depressão e o fim do mundo está dividido em duas partes. Quase metade do filme se preocupa com o casamento de Justine (Kirsten Dunst) e Michael (Alexander Skarsgard) na mansão super-luxuosa de sua irmã Claire (Charlotte Gainsbourg) e John (Kiefer Sutherland). A casa (quase um castelo de verdade) tem um estábulo cheio de cavalos, um campo de golfe completo e é cercado por uma floresta gigante. O casamento em si é uma série muito longa de desastres e embaraços. Os pais da noiva são problemáticos, cada um a sua maneira: O pai (John Hurt) é um bêbado que adora chamar atenção e a mãe (Charlotte Rampling) é um poço de amargura. Graças a isso, a festa se torna um verdadeiro inferno.

MENÇÃO HONROSA (Ver crítica aqui)

The Cove


João Linno
twitter.com/jlinno

O que determina a grandiosidade de um documentário, na minha opinião, é a sua ousadia de apresentar um tema pouco explorado e a capacidade de incentivar o expectador a pesquisar mais sobre o assunto. Preciso dizer que ao final de “The Cove” foi exatamente isso o que aconteceu comigo e foi o que me motivou a escrever esse post. Isso se deu não só pelas cenas chocantes que ficaram gravadas em minha mente, mas pelo cuidado que o filme teve ao mostrar os bastidores de uma situação tão caótica sem soar como um discurso de “ecochatos” querendo chamar atenção.

O documentário expõe a matança de golfinhos na costa do Japão, mais precisamente na pequena cidade de Taiji. São cerca de 23 mil animais mortos anualmente num período que vai de setembro à março. Uma prática cometida por uma gangue (esse seria o nome correto) de pescadores locais e ignorada pelas autoridades japonesas. No mercado “legal”, cada golfinho chega a valer U$$ 150 mil. Eles são vendidos principalmente para parques aquáticos ao redor do mundo, onde são mantidos em condições terríveis de cativeiro e expostos como atrações principais. Já os golfinhos que não “servem” para essa função são cruelmente sacrificados ainda no mar para ter sua carne comercializada.

Se por um lado um animal desses quando colocado num parque como o Sea World chega a render 2 a 3 milhões por ano só em bilheteria (um SENHOR investimento, diga-se de passagem), por outro, a carne de golfinho é rejeitada pela maior parte da população Japonesa. A “estratégia” dos vendedores é então vendê-la nos mercados da região como se fosse carne de baleia (considerada saudável e limpa). O consumidor, enganado, leva gato por lebre e acaba seriamente prejudicado, já que a carne de golfinho possui altos níveis de intoxicação por mercúrio. Como podemos ver, a questão é grave e não pode ser simplesmente ignorada.
Pensando nisso, Richard O'Barry juntou um grupo de ativistas dispostos a enfrentar perigos como a máfia japonesa, policiais e pescadores para chegar a uma pequena baía em Taiji, no sul do Japão, e assim conseguir registrar o extermínio sangrento de golfinhos. Curiosamente, O’Barry era o tratador de golfinhos na série de TV “Flipper”, sucesso da NBC na década de 60. Ninguém melhor do que ele para saber o tratamento que esses bichos recebem em cativeiro. O documentário segue os passos da equipe rumo à captura das imagens numa verdadeira operação de guerra, ao mesmo tempo em que faz um apanhado geral dessa triste situação.

A função de “The Cove” é abrir os olhos da população mundial para essa série de problemas que envolvem não só a questão ecológica, mas também a da saúde pública e o jogo de interesses políticos e econômicos por trás da pesca predatória de golfinhos. Nisso, o filme é extremamente competente, pois mostra os vários lados da situação, dando voz não só aos defensores dos direitos dos animais, mas aos biólogos, às pessoas comuns, pescadores e autoridades dentro e fora do Japão. A montagem simples e linear, mesclando depoimentos, imagens de arquivo e os bastidores da missão de Richard dá ao filme um ritmo interessante e mantém o expectador atento até às terríveis cenas finais.

O filme foi disponibilizado para exibição online no site oficial com versões em inglês e japonês. Na mesma página também é possível fazer o download do documentário e contribuir para que o projeto alcance o objetivo. Se você admira o Japão, vibra com shows em parques aquáticos e acha bonitinho nadar com golfinhos, prepare-se para repensar o assunto. Ao contrário do que qualquer filme sessão da tarde com animais, esse documentário é um verdadeiro soco no estômago. Aquilo que poderíamos definir como uma verdade inconveniente.
The Cove
Título Original: The Cove
Direção: Louie Psihoyos
Roteiro: Mark Monroe
Elenco: Richard O'Barry, Joe Chisholm, Mandy-Rae Cruikshank, Charles Hambleton, Simon Hutchins
Duração: 92 min
Gênero: Documentário
Ano: 2009
Site oficial: http://www.thecovemovie.com/
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[Um filme, uma canção] It Will Rain - Amanhecer


João Linno
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Pra não dizer que não falei da Saga Crepúsculo aqui no blog, aí está:



A música "It Will Rain" de Bruno Mars (o popstar do momento) faz parte da trilha sonora desse quarto capítulo da saga, que apenas no fim de semana de estreia arrecadou 283,5 milhões, batendo o recorde de Lua Nova (2º filme da saga).

Não é spoiler dizer que o principal evento desse novo filme é o casamento de Edward Cullen e Bella Swan. O filme já começa com alguns personagens recebendo o convite. Após a cerimônia, Edward e Bella vão para uma... ZzZzzzZzzz...

Escritores da Liberdade (Freedom Writers)


João Linno
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No ano de 1994 a cidade de Long Beach, Califórnia viveu um dos piores momentos de sua história. A intolerância racial entre gangues rivais provocava uma violenta disputa de território e o conflito se estendia para todos os setores da sociedade. É nesse contexto que somos apresentados à Woodrow Wilson High School, uma das escolas mais corrompidas pela violência e tensão racial. Esse que seria o cenário de uma grande história de aprendizagem e transformação.

Em “Escritores da liberdade”, Hilary Swank é Erin Gruwell, uma professora que apenas com a própria determinação e um toque de criatividade conseguiu transformar uma classe com alunos de menor desenvolvimento estudantil em um grupo com voz própria e autoestima. Erin tem que lidar com uma série de dificuldades incluindo uma classe heterogênea, problemas familiares e os conflitos dentro e fora dos limites da escola.
Outro ponto interessante que vale ser destacado é a direção escolar mostrada no filme, que assume uma postura estática e determinista que não contribui para a mudança. Não promove a busca por uma identidade, não abre espaço para o diálogo com as diferenças e limita a ação do professor por acreditar que os alunos são incapazes de aprender.

Baseado no best-seller “O diário dos escritores da liberdade”, o filme aborda os desafios do processo pedagógico num ambiente corrompido pela marginalidade e repleto de limitações (técnicas, administrativas). Apesar de o filme se apoiar em diversos estereótipos e trazer uma protagonista que parece boa demais para ter existido de verdade, o resultado final agrada e consegue passar a mensagem com eficácia.


Escritores da Liberdade
Título Original: Freedom Writers
Direção: Richard LaGravenese
Roteiro: Richard LaGravenese
Elenco: Hilary Swank, Patrick Dempsey, Scott Glenn, Imelda Staunton
Duração: 123 min
Gênero: Drama
Ano: 2007
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[Tutorial] Analisando os posters de filmes



João Linno
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O poster é uma peça gráfica importantíssima para a divulgação de um filme. Ele serve tanto para gerar expectativa no público que vai ao cinema, quanto para “manipular” a impressão que se tem do material ali apresentado. Como todo processo que envolve criatividade, o poster também é um conjunto de referências das mentes envolvidas no projeto. Mas, qual é o limite entre referência e plágio? Ouço muita gente dizendo que hoje em dia “as ideias estão soltas no ar”, seguindo aquela máxima do “nada se cria, tudo se copia”, mas a verdade é que tudo tem uma fórmula. Nesse post, você verá alguns estilos de poster que há muito tempo vem sendo utilizados. Se já faz um tempinho que você tem um dejavu toda vez que olha os cartazes dos filmes não é à toa. Veja:


1. Pequeno na praia, gigante nas nuvens

Esses filmes são sempre dramas sentimentais. Não permitem que você seja induzido a pensar o contrário, independente do elenco, diretor, etc. O interesse do protagonista é geralmente o irmão pequeno, o pai, ou o “amor de sua vida” e provavelmente o filme vai tratar da morte de algum deles. Quando você avistar uma imagem desse tipo deve manter seu lencinho sempre à mão, porque muito provavelmente você vai chorar (lágrimas de tristeza, lágrimas de alegria, lágrimas, porque você só gastou “20 conto” pra ver esse filme no cinema). Detalhe: Em qualquer coisa que envolva o nome Nicholas Sparks você verá este tipo de cartaz.

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2. Estilo “Sexy Back” (Grandes chances do personagem estar armado)

Os filmes que usam esse tipo de cartaz contarão com muita ação e uma fina camada de postura intelectual pretensiosa. A menos que seja um filme biográfico sobre Johnny Cash.

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3. Casal de costas

Geralmente esses cartazes são usados para comédias românticas. Você não deve ir vê-los com altas expectativas, especialmente se os nomes Kate Hudson ou Julia Roberts estiverem no pôster.

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4. Na Cama

A famosa propaganda enganosa. Esse tipo de filme terá pouca (ou nenhuma) cena de sexo e muita, mas muita enrolação.

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5. Estou de olho em você…

Em 98% dos casos, o filme será um horror. De uma forma ou de outra.

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6. A Natureza é azul

Usar azul ou imagem do planeta Terra para filmes onde o tema central é a natureza aparentemente é obrigatório. Note também que os textos são escritos na cor branca e com fontes bem parecidas.

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7. Preto, branco e… laranja?

Você já reparou que nos últimos anos, os filmes de ação tem passado um ar de respeitabilidade através do preto e branco? Surpreendentemente, os senhores “brucutus” do cinema - John Travolta, Nicolas Cage, Jason Statham, Bruce Willis, Sylvester Stallone - ainda continuam a usar suas armas sem restrições, mas agora eles aparecem mais freqüentemente em cartazes em preto e branco habilmente melhorados com uma poucas chamas, para garantir que o público note quão explosivo é o filme.

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8. O beco escuro explode a violência

Aparentemente, todos os heróis de ação percorrem o mesmo beco-azul-estreito, ao tentar fugir ou caçar os bandidos. É bem provável que os designers gráficos apenas re-utilizem a mesma imagem de fundo e só troquem os atores e os caracteres do poster. Os filmes em si são muito semelhantes aos da categoria anterior, com a diferença que todas as explosões foram substituídas por tensão e angústia.

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9. Pernas abertas

Filmes que são justamente o contrário do tópico 4 desse post. Precisa dizer mais alguma coisa?

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10. Ilusão idiota de óptica

Há muitas maneiras de mostrar um rosto num poster sem o uso de uma fotografia tradicional, desde que você tenha à sua disposição alguns galhos de árvores, muros, cogumelos, armas, bolas, corpos, bombas ou uma torradeira.

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11. Texto NA CARA!

Esta tendência é relativamente nova, por isso este é basicamente um poster-marketing. Pelo menos, neste caso, a fonte e a forma como é organizado o cartaz, dão uma idéia da qualidade artística do projeto.

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[Promoção Encerrada] O Segredo dos Seus Olhos

Já temos um ganhador, ou melhor, ganhadora nesse desafio. É a @LyanaMunt que acertou todos os nomes da lista abaixo:

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A ganhadora vai levar pra casa esse lindo DVD. Parabéns.

[Sala5] - Playlist do tio Valdisnei

"Não é Valdisnei! É Walt Disney!"

Hoje começamos uma nova sessão com direito a convidados aqui no blog (olha que beleza). É a Sala5, uma lista onde 5 participantes comentam de forma bastante pessoal algum tema relacionado a cinema. Para começar, nada melhor do que um assunto animado (literalmente): As nossas músicas favoritas em filmes da Walt Disney. Participam hoje dessa lista a equipe do blog (Deise, Felipe e João) e as convidadas, diretamente da nossa página do facebook, Barbara e Célia. Confiram:

Bárbara Daisy
Convidada via facebook
Mulan - i'll make a man out of you
Mulan
Mulan é meu favorito da Disney (sim, pois ele é da adolescência, não da infância) pela força e coragem da decidida Mulan. Amadureci muito cedo na vida, e desde muito nova tenho noção de responsabilidade. Sua coragem me inspirou desde então, principalmente pela força que ela demonstra para executar seu objetivo, principalmente sendo uma mulher. A música entra aí, quando narra esse trecho do filme, onde inspira o momento em que é feito dela "um homem". Quando a sua determinação a faz vencer.
* Bárbara é Turismóloga, Especialista em Ecologia e Intervenções Ambientais. Curte design, literatura, moda e escreve suas ideias e "segredinhos" no blog In.Material.

Célia Mota
Convidada via facebook
O Rei Leão - Hakuna Matata
Mulan
"Quando o Mundo vira as costas para você, você vira as costas para o mundo". Escolhi essa música por vários motivos, mas, o mais importante é que sempre fico otimista ao ouvi-la. O filme marcou uma fase mágica da minha vida, eu estava com um bebê lindo em casa - meu filho - que toda vez que via O Rei Leão chorava quando o pai do leãozinho morria e cantava junto com Timão e Pumba. Nunca esqueço! Sem falar que é uma grande lição para quem se deixa abater pelos pequenos ou grandes problemas... Hatuna Matata!
* Célia é Jornalista em formação e modelo fotográfica nas horas vagas. Apaixonada por literatura e poesia, passa a maior parte do tempo lendo e escrevendo seus artigos.

Deise Luz
http://twitter.com/deiseluz
A Bela e a Fera - Be Our Guest
Mulan
Quando crianças, eu e minha irmã paramos de contar o número de vezes que vimos "A Bela e a Fera" quando chegamos à 14ª. Acho que isso diz muito sobre o caráter obsessivo do meu amor pelo desenho. E "Seja nossa convidada" é pra mim o momento mais fantástico. Afinal, em que outro musical os dançarinos são pratos e talheres e o intérprete da canção é um castiçal francês? Me sinto contemplada pelo gesto da Bela que, ao final da cena, diz batendo palmas: "bravo, isso foi ótimo!"
* Deise é professora com classe formação em Ciências Sociais. Fã de cinema, música e livros, escreve de tudo um pouco no seu blog pessoal e aqui também.

Felipe Martins
http://twitter.com/felippemcc
Toy Story - You Got a Friend in Me
Mulan
Escolhi a música " Amigo estou aqui", pois retrata o sentimento mais puro que julgo existir, a amizade. Faz parte da trilha sonora da franquia Toy Story desde a primeira animação. Lealdade e amor são os temperos desta música que, para mim, é o ingrediente secreto para o sucesso de uma amizade.
* Felipe é Analista de Marketing e eventualmente escreve aqui também. Fã de Harry, viciado em séries de TV e um legítimo cri-crítico da cultura pop.

João Linno
http://twitter.com/jlinno
Enrolados - I See the light
Mulan
Apesar de ser um título recente, já considero "Enrolados" um pequeno clássico da Disney. Depois de ter pensado algo do tipo "sério que vão fazer uma nova versão de Rapunzel? pfff..." realmente me surpreendi com o resultado e gostei de todas as músicas do filme. Escolhi a música "I See the light" que expressa a felicidade da protagonista em ter completado a jornada em busca do seu verdadeiro lar. Amor, esperança e reencontro são os elementos presentes na trama e dão um significado todo especial para esse lindo momento chave.
* João é o cidadão (ir)responsável pelo Cine Mosaico. Escreve sobre tudo que é filme e brinca de mudar as coisas no layout só pra ficar mais bonitinho. O blog.

Gostaram da listinha? E aí, qual é a sua música preferida nos filmes da Disney? Deixe sua opinião e até a próxima!

:: LINKS RELACIONADOS. OU NÃO.
Deise e sua obsessão por "A Bela e a Fera"
Crítica de Enrolados (por João Linno)
Crítica de Toy Story 3 (por Felipe Martins)
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Meu vizinho Totoro (Tonari no Totoro)


Felipe Martins
twitter.com/felippemcc

Sou um incondicional fã de animações, e como tal, um grande admirador do Hayao Miyazaki e de sua grandiosa contribuição a animação cinematográfica. Por isso escolho a sua primeira obra para ser modestamente comentada aqui.

Meu vizinho Totoro, conta a história de duas meninas, Satsuki e a caçula Mei, que se mudam com seu pai para uma fazenda no interior do Japão, com o objetivo de ficar perto da mãe, que se encontra internada num hospital. Lá, elas viverão muitas aventuras ao lado do Totoro, espírito protetor da floresta, que vive próximo a nova casa, em uma espécie de caverna gigante.

Simplicidade é a palavra que define muito bem todos os elementos desta animação. Dos traços leves e precisos dos gráficos à história, que conta com um roteiro modesto, porém encantador. O filme uniu com total harmonia o mundo real a um mundo da fantasia.

Meu Vizinho Totoro é um filme mágico. Discorrer com milhões de adjetivos ainda seria pouco para elogiar a qualidade de tal obra, por isso, encerro por aqui esta resenha homenageando esse belíssimo filme que foi eleito a melhor animação de todos os tempos pela revista Time Out.

Meu vizinho Totoro
Título Original: Tonari no Totoro
Direção: Hayao Miyazaki
Roteiro: Hayao Miyazaki, Cindy Davis Hewitt
Elenco (vozes originais): Noriko Hidaka, Chika Sakamoto, Shigesato Itoi, Sumi Shimamoto, Tanie Kitabayashi, Hitoshi Takagi, Yûko Maruyama, Machiko Washio
Duração: 86 min
Gênero: Animação
Ano: 1988
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